Receber as Energias das Plantas na Cura das Emoções e Pensamentos

Plantas

Plantas uma de ordem superior (mais abrangente), também chamada espiritual, outra de ordem inferior (um pouco mais limitada) que constitui a estrutura do que chamamos mundo material e a terceira denominada energia marginal.  

Energia das Plantas!

As almas espirituais (que têm como principal atributo a consciência) são unidades indivisíveis da energia marginal, pois podem estar ora em contato com a energia espiritual, quando em estado de consciência pura, ou podem estar em contato com a energia inferior, quando perdem a pureza original.  

Veja:

 Plantas e o processo de fusão  

Ao converterem matéria em energia, pela fusão dos núcleos dos átomos, as estrelas produzem uma incalculável quantidade de energia que é liberada na forma de radiação eletromagnética em diferentes frequências, desde ondas no espectro visível (luz) ou invisível (infravermelhos, raios X, raios ultravioletas, gama etc).  

Depois, em um segundo estágio (quando todo Hidrogênio disponível foi transformado em Hélio), pela fusão dos átomos de Hélio, forma-se átomos de Carbono e Oxigênio, e pela fusão destes formando elementos mais pesados (todos os demais elementos químicos) e sempre liberando energia, até que a estrela complete seu próprio ciclo e, dependendo de seu tamanho (na verdade sua massa) ela poderá explodir, injetando grandes quantidades de todos esses elementos produzidos em seu interior para o espaço, onde formarão a base da vida.  

Plantas

A Energia e as Plantas 

Tomemos como exemplo o microfone e o alto-falante: o primeiro transforma sons em corrente elétrica, enquanto o segundo transforma corrente elétrica novamente em sons.  

Além das energias grosseiras (matéria orgânica, inorgânica, calor, eletricidade, etc), existem as energias mais sutis que participam dos processos corpóreos e mentais e que auxiliam as entidades viventes na manutenção do corpo.  

As plantas são excelentes absorvedoras dessas energias sutis, absorvendo-as, processando-as, devolvendo-as ao meio ambiente e mesmo distribuindo-as entre as outras formas de vida do planeta.  

O desenvolvimento da capacidade de visualizar ou sentir essas energias permite-nos adentrar em um mundo fascinante, o mundo das sutilezas e seus atores, participes e coadjuvantes.  

Entender as plantas 

Devemos, pois, entender que as plantas desenvolvem uma estreita ligação conosco.  

Ao interagir amorosamente com suas plantas, elas também passarão a, de certo modo, proteger a pessoa amada de uma forma mais sutil e poderosa que possamos imaginar.  

Temos, entretanto, que abrir mão de nosso estado “normal” de vigília e entrarmos num estado meditativo, via relaxamento, focando nossa atenção.  

Estando em um estado profundo de relaxamento, o que segue é uma simbiose com a planta, estado este que já é conhecido pelos xamãs e pelos povos da floresta, que têm o hábito abraçar uma árvore para trocas ou renovação de energias.  

Sentem o pulsar da seiva, a amplitude da superfície das folhas, a total consciência do ambiente externo numa sensação de paz, um sentimento profundo e incomumente agradável.  

Com a prática e, no curso do tempo, essa interação proporcionará percepções e emoções mútuas que se complementam numa simbiose psíquica cada vez mais constante e natural.  

Na década de 60 

Na década de 60, uma descoberta fantástica aconteceu de forma inteiramente inesperada.  

Cleve Backster, um famoso perito em polígrafos (aparelhos para detecção de mentira), conectou os eletrodos de sua

máquina nas folhas de uma Dracena massageada.  

Teria a planta tido uma reação emocional ou fora tudo apenas uma resposta fisiológica à passagem de uma corrente

elétrica através da folha?  

Bom, para descobrir, Backster teria que causar uma situação de ameaça à planta e verificar se haveria alguma mudança

significativa no gráfico de respostas.  

Após essa descoberta inicial, muitos outros experimentos foram conduzidos com resultados surpreendentes e puderam

ser repetidos por outros experimentadores (agora intrigados cientistas) e os resultados plenamente verificados.  

As plantas conectadas aos eletrodos e diante do jornalista puderam fazer oscilar abruptamente a agulha do mostrador,

quando ele mentia.  

Foi construída uma máquina que deveria matar alguns camarões sem intervenção humana e de forma inteiramente

automatizada numa determinada sala.  

Como fator de controle e para detectar qualquer influência ambiental ou possíveis variações aleatórias na leitura

dos polígrafos, alguns desses aparelhos foram ligados, medindo corrente elétrica sem estarem conectados a qualquer

planta.  

Em outra ocasião 

Em outra ocasião, foi pedido a um grupo de estudantes que entrassem em determinada sala, permanecessem por alguns

minutos e saíssem.  

Mais tarde os alunos retornaram um a um e quando o agressor entrou na sala, a planta, agora ligada a um detector,

demonstrou sentir grande medo, pois o gráfico do aparelho apresentou um pulso significativo.  

Na Cultura Védica, que floresceu na Índia até cerca de 5.000 anos atrás, as plantas ou qualquer forma de vida eram tidas

como cidadãs e, portanto, passiveis de proteção pelo Estado.  

Os Celtas acreditavam na figura suprema da Deusa-Mãe e em divindades elementais (do ar, da água, do fogo e da terra),

que são uma extensão da Deusa-Mãe (assim como no hinduísmo, onde Brahma, Vishnu e Shiva são manifestações do

Deus único Brahman).  

Assim, os Celtas tinham uma relação especial com as árvores, como era o caso do carvalho (ligada à sabedoria e aos

druidas), o freixo (ligado à proteção), o salgueiro (ligado às divindades da água), etc.  

Os florais de Bach 

Os florais de Bach, denominação usada para designar a terapia desenvolvida pelo médico inglês Dr. Edward Bach, agem

diferentemente da Fitoterapia.  

Verificou que certos estados de desequilíbrio, quais sejam, orgulho, crueldade, ódio, medo, ignorância, instabilidade,

inveja, raiva, insegurança, depressão, ansiedade, terror, intolerância e egoísmo conduzem o organismo a um estado

mórbido.  

A terapia com florais é a que mais se aproxima de nossa essência, pois considera que os estados mentais em que nos

encontramos influenciam o soma, o corpo, induzindo uma mudança sutil, porém eficaz em nossas disposições negativas.  

Cura da Alma 

De acordo com os ensinamentos do Xamanismo, as plantas são o “povo de pé”, como nós, possuem consciência e uma missão neste planeta.  

Estão aqui, neste planeta escola para auxiliar na evolução de nossa consciência, oferecendo uma vibração poderosa e

curativa, com poder de eliminar as dores não só do físico, mas da alma.  

Sabemos que como partículas divinas somos compostos do físico, mental, emocional e espiritual e o equilíbrio pleno dá-se

momento em que estes quatro aspectos estiverem em harmonia.  

Plantas 

Se estudarmos a história, veremos que desde o início da humanidade, as plantas sempre estiveram presentes, nos

nutrindo, nos protegendo e curando, ou seja, sempre tiveram papel importante na evolução da humanidade.  

Além disso, a utilização do poder das plantas para cura das doenças tanto do corpo físico como das doenças da alma foi

amplamente utilizada pelos povos mais sábios.  

Como nossa cultura não ensinar a focar e tratar a causa das doenças, dando atenção somente ao físico, no Ocidente, ao

se falar em cura através do reino vegetal, associa-a ao princípio ativo da planta, ou seja, ao efeito das composições

químicos do vegetal, que sem dúvidas, atua com grande eficiência no organismo, conhecida como Fitoterapia.  

Conheça a Fito energética 

Gimenes, surge uma inovada e simples maneira de utilização das plantas, a FITOENERGÉTICA, que através da vibração

energética do vegetal, ou seja, da energia da planta, cura as doenças e desequilíbrios, não só do físico, mas da alma.  

Nesta senda, podemos dizer que a Fito energética equilibra os aspectos emocionais, mentais e espirituais, agindo no

alinhamento dos pensamentos, emoções e sentimentos, que em desequilíbrio são a causa primária das doenças da

estrutura orgânica.

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