Incorporação Mediunidade de Incorporação Descubra o que é

Incorporação

Descubra o que é médium de incorporação e seus níveis de consciência você já deve ter lido em nosso artigo: Médium: um dom que vem desde o nascimento, que os que possuem este dom são criaturas de sensibilidade aguçada que podem registrar a presença de espíritos e também podem se transportar para o plano espiritual e descrever cenas e fatos.  

Mediunidade: A Incorporação

Falando Mais Sobre a Incorporação (Mediunização)

Veja:

Os diferentes graus de consciência de um médium de incorporação 

A mediunidade de incorporação pode ser classificada por diferentes graus: consciente, semi- consciente e inconsciente.  

Portanto o médium consegue se lembrar de tudo que foi dito durante a incorporação e passa a mensagem do espírito de acordo com o seu próprio entendimento.  

Mediunidade de incorporação semi- consciente:  Esse tipo de médium consegue lembrar apenas parcialmente do momento em que ocorreu essa transe mediúnica.  

Mediunidade de incorporação inconsciente: Já o médium que tem grau de mediunidade inconsciente ele não se recorda da mensagem que foi transmitida pelo espírito, mas está consciente durante a incorporação.  

Como se dá a incorporação? 

Podemos nos comunicar com outros Espíritos? 

Portanto, podemos nos comunicar com o mundo espiritual freqüentemente, seja através da mediunidade ostensiva consciente, dos fenômenos inconscien­tes, das preces ou intuições que recebemos constantemente do mundo espiritual.  

Existe a incorporação de Espíritos? 

No sentido semântico do termo não existe incorporação, pois nenhum Espírito conseguiria tomar o corpo de outra pessoa, assumindo o lugar da sua Alma.  

O que ocorre é que o médium e o Espírito se comuni­cam de perispírito a perispírito, ou seja, mente a mente, dando a impressão de que o médium está incor­porado.  

Como se dá este procedimento? 

Psicofonia é o fenômeno mediúnico pelo qual o médium empresta seu aparelho fonador (cordas vocais, boca etc) para emitir as frases que o espirito deseja.  

Assim como o som necessita de um meio material (ar ou água) para sua transmissão, a comunicação do pensamento usa

os perispíritos dos envolvidos, no caso, o do médium e o do espirito comunicante.  

Como o contato telepático não é visível aos espectadores, é claro que, dependendo do caráter ético do médium, esse

pode estar tendo uma sessão de psicofonia, como pode estar simulando uma, caracteri­zando uma fraude.  

Quando ocorre a psicofonia, o contato é via telepatia, entre ambas mentes, e o meio de transmissão do pensamento é

fornecido pela atmosfera fluídica, de matéria sutil, de que são for­mados os perispíritos, do transmissor e do receptor da comunicação 

Manifestação normalmente 

A manifestação normalmente é telepática, porém como se dá as incorporações onde há mu­danças de fisionomia do

médium, como é explicado este fenômeno?  

Aqui está um fato dessa natureza cuja perfeita au­tenticidade podemos garantir, ocorrido durante os anos de 1858 e 1859,

nos arredores de Saint-Etienne.  

A transfiguração, em certos casos, pode originar-se de uma simples contração muscular, capaz de dar à fisionomia

expressão muito diferente do habitual, ao ponto de tornar quase irreconhecível a pessoa.  

Uma mulher poderá parecer jovem ou velha, bela ou feia, mas será sempre uma mulher e, sobre­tudo, seu peso não aumentará, nem diminuirá.  

Figuremos agora o perispírito de uma pessoa viva, não isolado, mas irradiando-se em volta do corpo, de maneira a

envolvê-lo numa espécie de vapor.  

Um outro Espírito, combinando seus fluidos com os do primeiro, poderá, a essa combinação de fluidos, impri­mir a

aparência que lhe é própria, de tal sorte, que o corpo real desapareça sob o envoltório fluídico exte­rior, cuja aparência

pode variar à vontade do Espírito.  

Quanto à diferença de peso, explica-se da mesma maneira por que se explica com relação aos corpos inertes.  

Pro­vável é, portanto, que, se a transformação se produzir, tomando a pessoa o aspecto de uma criança, o peso diminua proporcionalmente.  

Neste caso, não será de prever que o corpo real ultrapasse os limites do corpo apa­rente?  

Apenas, reportando-nos à teoria do peso específico, quisemos fazer sentir que o peso aparente houvera podido diminuir.  

Importa se não esqueça que nós achamos nos primórdios da ciência e que ela está longe de haver dito a última palavra

sobre esse ponto, como sobre muitos outros.

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